O Michael Bolton tem um especial do Dia dos Namorados

Lembram-se de, no post anterior, vos ter falado das pessoas que dizem “tens mesmo de ver isto”?

Antes, uma nota prévia: Voltei ao Netflix após cerca de um ano de ausência.1 Lá fui navegando pela biblioteca, com as sugestões a sugerir-me que visse muito do que já tinha visto (Arrow, The People vs. OJ, Modern Family, Daredevil… A lista continua), até que me cruzei com…

Michael Bolton’s Big, Sexy Valentine’s Day Special.

Não sabia que o Michael “friggin’” Bolton estava a preparar um destes. O poster era piroso como tudo, o que indicava que isto era bom. Aliás, não seria a primeira vez que Bolton faria um trabalho em comédia: Jack Sparrow, a música que gravou com os Lonely Island, tornou-se um clássico instantâneo e as suas participações nas últimas temporadas de Two and a Half Men foram das melhores coisas que a série teve (se bem que sempre à volta de mudanças à letra de When a Man Loves a Woman). Isto fora outros cameos não tão extraordinários. É o chamado good sport, sabe como a carreira dele é percepcionada e não se importa de brincar com isso. A prova? A premissa deste especial:

Quando o Pai Natal precisa de 75 000 novos bebés até ao Natal para dar todos os brinquedos, cabe a Michael Bolton inspirar o mundo a fazer amor numa maratona televisiva.

O especial é-nos trazido pelos já mencionados Lonely Island e pelos guionistas do Comedy Bang! Bang! (que já tinham trabalhado juntos quando Andy Samberg apresentou os Emmys, em 2015). O elenco é de luxo: malta do SNL (Maya Rudolph, Fred Armisen, Chris Parnell, Will Forte, Tim Robinson), outra malta mais ou menos conhecida (Eric André, Adam Scott, Michael Sheen, Sarah Silverman, Randall Park), Scott Auckerman (criador do podcast Comedy Bang! Bang!) e, claro, os próprios dos Lonely Island (Andy Samberg, Jorma Taccone, Akiva Schaffer). Fora cameos de malta conhecida (e do Sinbad).

Tudo isto dá algo divinal para qualquer fã dos Lonely Island (não sei quanto aos de Michael Bolton, nunca fui fã, nem quanto aos do Comedy Bang! Bang!, nunca ouvi o podcast e só vi 2/3 excertos do programa). Os momentos musicais de Bolton são o único momento em que dá para respirar e recuperar de tanto rir, mesmo que sejam interrompidos por algo extremamente ridículo.2

Possivelmente, este tipo de absurdo/ridículo era aquilo que muitos esperavam de A Very Murray Christmas, o especial de Natal de Bill Murray realizado por Sofia Coppola, que teve uma abordagem mais tradicional, menos absurda (absurdo que, por acaso, seria de esperar de Bill Murray – mas não de Sofia Coppola).

Sim, têm mesmo de ver isto. (Aqui.) Foi uma agradável surpresa do Netflix e da equipa criativa! Venham mais assim!


  1. Na altura fiz os 30 dias, não passei disso. Quando regresso, para meu espanto, reparo que me apagaram a conta. Resultado: novo registo, mais 30 dias de borla. (Yay!) E estamos a falar de uma empresa onde se pode falar livremente com os funcionários de conceitos que circulam o da pirataria e do empréstimo de contas. A meio de uma destas noites, tive de ligar para o call center deles (chamada gratuita, uma raridade nos dias que correm) e o português estava fechado. Fui redireccionado para o americano, fui atendido por um americano. Gajo cinco estrelas. Não me conseguiu resolver o problema e dava respostas de guião, mas, no meio disso, havia alguma liberdade de discurso, alguma compreensão de parte a parte e, quando lhe disse que pagaria a mensalidade mas sacava as séries na mesma para as poder ver offline (tenho um iPhone onde posso descarregar e um tablet Android/Windows em que não o consigo fazer, adivinhem onde é mais confortável ver conteúdos), ele disse que percebia perfeitamente e que, por eles, não havia problema. BRUTAL! 
  2. As músicas estão convenientemente disponíveis no novo álbum de Michael Bolton, Songs of Cinema. Álbum esse que ouvi enquanto escrevia este post. Porque não há maus momentos para ouvir Michael Bolton. 

Westworld T1: No Oeste fez-se uma boa série

Na era de peak TV (ou seja, de demasiadas boas séries), é difícil ver tudo no tempo (considerado) devido. Os relatos de “tens mesmo de ver esta!” multiplicam-se, normalmente com séries diferentes. Torna quase impossível um gajo conseguir largar o tempo que tinha destinado às séries para ver outras coisas, porque quando surge uma destas novas séries que “temos mesmo de ver”, vai-nos certamente ocupar o tempo. E, se a quisermos ver mas não o podemos fazer logo (seja lançada toda de uma vez ou semanalmente), vamos ter (ainda mais) trabalho a navegar por entre os spoilers.

Eis que entra Westworld. Elenco de luxo: Hopkins, Harris, Rachel Wood, Newton, WrightMardsen nos nomes de cartaz, Babett Knudsen, Woodward, Simpson, Santoro e o outro irmão Hemsworth (não o Liam, o outro – sim, existe outro) como menos conhecidos mas tão (ou mais) importantes. Jonathan Nolan e Lisa Joy trabalharam muito bem estes mundos com a ajuda de J.J. Abrams (Bad Robot!) e do muito dinheirinho que a HBO e a Warner esturraram nisto (fala-se em $100M). Mas tudo começou no imaginário do enorme Michael Crichton (ER, Jurassic Park – a mesma lógica do “parque-temático-que-dá-para-o-torto”), que escreveu e realizou o filme de 1973 com o mesmo nome (e que eu ainda não vi).

E valeu a pena. Mesmo com o conceito já usado recorrentemente na ficção de TV/Cinema (três dessas vezes por Michael Crichton), Westworld teve uma 1ª temporada bem forte. Não apanhei praticamente nenhuma das reviravoltas antes do momento em que as devia ter apanhado, embora isso tenha acontecido com outros.1 Thandie Newton imperial (especialmente no início da 2ª metade da temporada), Jeffrey Wright soberbo. Cenários épicos. Efeitos visuais em que o CGI mal se nota, ou não se nota de todo (o que mostra também como o dinheiro foi bem rentabilizado).2 Muita, muita nudez. (“It’s not porn, it’s HBO.”)

Depois deste final, fico muito expectante para a 2ª temporada, que ainda deve demorar para chegar (fala-se em 2018). As expectativas vão ser bastante elevadas, e até acaba por ser bom que chegue apenas daqui a mais de um ano – mais tempo para a preparação. Mas, para esta, conto já vê-la no chamado “ritmo normal”.

Mesmo assim, continua a haver demasiada coisa boa para ver. E não, não quero mais sugestões!


  1. Até admito que sim, talvez a série possa ter facilitado um pouco; eu vi a série quase toda seguida, outros viram-na semanalmente, com todo o espaço que existe entre episódios para teorizar e procurar explicações – algo que eu não fiz, porque tinha de fugir aos spoilers
  2. Por vezes, a fazer lembrar os do filme Ex Machina. 

10 Objectivos para 2017

Sim, é aquela altura do ano. Aliás, a altura do ano até já passou, mas tinha de expor as minhas ideias. E ando a trabalhar neste post, literalmente, desde o início do ano. Se querem saber quais os motivos por trás de cada opção, continuem a ler.

  1. Perder peso
  2. Ganhar músculo (abdominal, particularmente)
  3. Ler, pelo menos, 4 livros num ano (Goodreads)
  4. Escrever mais (ya, ’tá bem)
  5. Fazer mais episódios d’ A Cabeça do Ned ao vivo
  6. Começar outro podcast (para fazer entre temporadas d’ A Cabeça)
  7. Cortar nas séries
  8. Melhorar a minha capacidade de organização
  9. Começar a fazer dinheiro (sem me prostituir)
  10. Paz

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França, sei bem o que estão a sentir.

Foi há 12 anos. Doeu. Muito. Perder uma competição em casa, no maior estádio do país (e, consequentemente com o maior número de nós, fãs, presentes) dói. Perder contra uma equipa que não joga um cu (ou, como vocês dizem, um pescoço) dói.¹

E até gostava de ter pena de vocês. Mas:

  1. Já nos ganharam três meias-finais com um tipo que se revelou nojento e corrupto e outro de quem aprendi a gostar com o tempo mas por quem, na altura, tinha um asco tremendo;
  2. Vocês sim, jogaram de forma nojenta: Não descansaram enquanto não rebentaram com o Ronaldo (Payet, seu m*rdoso), rebentaram a chuteira ao Nani (para verem o nível de violência a que chegaram) e não sei como teria sido se o Éder não tivesse sacado algumas faltas.
  3. São franceses. I mean… São franceses.

Por isso, tenho pena dos adeptos que não representam o jogo nojento desta equipa. Eu sei o que é ver a nossa equipa perder uma competição no seu (emprestado ou oficial) estádio. Pelo menos duas vezes. E doeu. Ficou lá. E, ao contrário de nós, vocês já têm outras vitórias nesta competição e noutras. Mas bem sei que sacar dessa informação não vai melhorar o vosso estado de espírito: Esta era em casa, tinha de ser vossa. Mais do que ninguém, nós portugueses sabemos o que vocês estão a sentir.

Mas vai passar. Pelo menos um bocado.

Hoje cruzei-me com uma francesa. Agradeci-lhe. E ela deu-nos os parabéns.

¹ Se bem que a Grécia bloqueava muito mais o jogo que nós. Muito mau, mesmo.

Desculpa Éder.

A sério, desculpa-me.

Perdoa-me por gozar contigo por seres um avançado que não marca golos. Por dizer mal quando tinhas uma média de golos pior que a do Bruno Alves, do Maniche, do Meireles ou do Paulo Madeira (mas era maior que a do Danny). Sejamos francos: Todos achávamos que eras um pino (e ainda achamos, um bocado). Tinhas a 45ª melhor média de golos da Selecção, atrás de dois defesas e alguns médios que não eram propriamente médios ofensivos. Agora tens a 40ª. 31º lugar entre avançados.¹ Perdoa-me por ter dito que eras um cepo, um eucalipto no meio de pinheiros, um cone de sinalização mal aproveitado.

Depois de hoje mereces uma estátua. Deve ser feita uma estátua ao Éder, malta. Eu ponho 1€ para a construção da estátua, não posso pôr mais. Faço-te uma vénia, estendo-te uma passadeira verde-rubra. Pago-te uma imperial (apesar de teres todas as imperiais que quiseres pagas pela Sagres). Não te faço favores sexuais, mas convido quem o queira fazer a propor-se a isso. Porque mereces. Depois de todas as críticas, mereces.

Por isso, desfruta deste momento. E, mais uma vez, desculpa-me.

A sério, que se faça uma estátua ao Éder.

¹ Dados Zerozero.pt [link]

Confesso.

Confesso que houve ali momentos em que não acreditei. Nem foi com a convocatória, muito menos com o discurso megalómano de Fernando Santos (“só volto dia 11” – e afinal não foi preciso ir gastar o resto do tempo às praias da Riviera). I mean, nós temos estatuto para chegar à final. Temos – acreditem ou não – jogadores para isso.

Foi mesmo com a estratégia apresentada.

Três empates seguidos (colados a exibições terríveis) é péssimo para acreditar, especialmente depois de um jogo de encher o olho contra a Estónia.

Lá passámos. Golpe de sorte atrás de golpe de sorte. Um golo da Islândia no último minuto (já depois do Hungria x Portugal ter terminado) deu-nos este destino: O de jogar contra a França na final. (Sabem o que é que também nos podia ter dado este destino? Ganhávamos a m*rda do grupo.) Queixas de poucos (dois) dias de descanso antes do jogo com a Croácia, que vinha de uma vitória surpresa contra a Espanha. (Sabem o que é que nos dava mais dias de descanso? Ganhar a p*ta do grupo.)

Vêm os jogos a eliminar, muda o meio-campo. Aparentemente agora o Adrien (e, por consequência, o meio-campo do Sporting com rotinas e com uma solidez de envergonhar um qualquer André Gomes) já pode jogar. A esse grupo de três jogadores junta-se o puto da Musgueira (que se tem revelado uma surpresa muito para além do hype lampião – mais uma confissão: não esperava tanto dele).

Com a Croácia, o Quaresma desbloqueia. Dois dias de descanso (porque é que não fizeste para ganhar o grupo, Nandinho?), afinal, não afectaram muito. Vinham os polacos. Mas começava a haver uns zunzuns a circular: Será que a estratégia de Portugal era ganhar o Euro só com empates?

(Entenda-se: Empates no tempo regulamentar, que é o que conta como empates para o ranking FIFA e para os registos oficiais do jogo. Prolongamento e penalties é… Para desempatar. Vêem? Empates.)

“Não”, pensei eu. “Não pode.” Eu nunca fui fã da história do “boa publicidade ou má publicidade, o que quero é que falem de mim”. Essa lógica aplica-se à bola: Eu não quero ganhar competições à contabilista a fazer serviços mínimos. Ia ficar com sentimentos mistos em caso de uma vitória só com empates: Ou seja, ganhávamos, mas… Ganhávamos sem termos ganho um jogo. Não sei até que ponto é que seríamos um vencedor pior (independentemente da questão da justiça) que a Grécia (e acredito que é considerado por vários de nós que a Grécia é a pior vencedora de um torneio de sempre, pela forma como jogaram todo o Euro 2004).

Por isso, confesso: Não ia sentir um sentimento completo de vitória se Portugal não vencesse um jogo, um jogo que fosse. Não dava. É contra o meu ADN. Se é para ganhar, é para ganhar. Marcar mais golos que os outros. Não é “empata-se e depois logo se vê”.

Voltando: Polónia? Empate. Grande Renato, o puto sabe rematar à baliza. No meio de várias novas passwords de routers lá conseguimos ganhar nos penalties. O Rui Patrício, que tanto foi massacrado por “adeptos” do FC Porto há uns anos, com cartazes atrás da baliza? Já não é apenas São Patrício do Sporting, é São Patrício de Portugal. E nem é só pelos penalties deste jogo, também por algumas defesas importantes que fez.

Mas mais um empate.

No dia seguinte, o País de Gales dá uma lição à Bélgica (que não desiludiu tanto como previa – top de desilusões, por esta ordem: Rússia, Inglaterra, Bélgica) e apura-se para as meias-finais de uma grande competição de futebol pela primeira vez na sua história (não é a maior surpresa – já agora, top de surpresas, por esta ordem: Islândia, País de Gales, qualquer uma das Irlandas). Com uma equipa sólida. Com vitórias. Uma equipa vinda de um grupo com adversários (teoricamente) mais fortes que os do grupo F.

“Não são favas contadas”, pensava eu, “o País de Gales tem uma boa equipa mesmo sem o Ramsey e o Ben Davies. Ao menos não morre ninguém conhecido no dia seguinte.”

Mas continuava-me a preocupar. Se na fase de grupos foi a m*rda que vimos, se contra a Croácia desempatámos no prolongamento, se contra a Polónia só desempatámos nos penalties… Gales está com uma boa equipa.

Afinal ganhámos. 2-0. Cristiano “Michael Jordan” Ronaldo e Nani (que, aparentemente, deixou de dar mortais). Acumulado? 1V, 5E.

Nem sabem o peso que me tiraram de cima. Mostraram que conseguiam ganhar um jogo, que não queriam ir lá só com empates. E fizeram melhor (ou pior): Puseram-me a acreditar outra vez. Ainda mais.

Estou com fezada. Ronaldo de livre directo nos últimos minutos. Só para apagar um bocadinho do Platini dos registos históricos.

Sabiam que Ronaldo, Quaresma e Bruno Alves já derrotaram a França nos Sub-21 há 13 anos (playoff de apuramento para o Europeu da categoria em 2004)? O Moreira estava à baliza, tínhamos o Hélder Postiga a ponta-de-lança, o Hugo Viana estava lançado para ser o novo Rui Costa e jogavam ainda Makukula e Lourenço. Ronaldo e Bruno Alves marcaram, o Moreira defendeu um penalty (ganhámos o jogo 2-1, mas a eliminatória ficou empatada a 3 e acabou por ir a penalties). O Djibril Cissé (o loiro) foi expulso porque deu uma cacetada no Mário Sérgio. Depois rebentaram com o balneário em Clemont-Ferrand.

Se o balneário do Stade de France acabar em cacos, é bom sinal. Que acabe em cacos.

Confesso: Eu acredito. Chegou a nossa hora.

 

Episódio 20: [6×10] The Winds of Winter (com Marta Gomes da Silva e Tomás Agostinho)

Este episódio foi gravado ao vivo na Cervetoria [Facebook | Zomato], em Lisboa.

A Cabeça do Ned chegou ao seu último episódio da temporada, com uma emissão especial para assinalar o (também) último episódio da temporada de Game of Thrones, “The Winds of Winter”! Para o comentar tivemos a já habitual Marta Gomes da Silva (I Seek Inspiration) e o Tomás Agostinho, da organização do Sci-Fi LX, que se irá realizar dias 16 e 17 de Julho no Instituto Superior Técnico.

No final desta temporada não posso deixar de fazer vários agradecimentos: À Marta, ao Tomás, mas também ao Ricardo Rodrigues, ao Mário José, à Liliana Bárcia, ao Hugo Rosa, à Filipa Mota, ao Diogo Beja e à Catarina Cabral por me terem brindado com a presença deles neste projecto. À Cervetoria, por ter aceite participar nesta loucura que foi fazer uma noite de exibição de um episódio de uma série de TV num bar a uma segunda-feira, mas também pela disponibilidade que mostraram em acolher-nos lá para gravarmos um podcast (OK, ofereceram-me um hambúrguer, mas tenho mesmo a dizer bem). À Rádio Zero, por continuar a deixar-me fazer esta loucura todas as semanas em estúdio e em especial ao Tomás, ao Gael de Oliveira, ao Filipe Roque e à Rute Fidalgo pelo apoio neste especial fora de portas. À HBO por fazer Game of Thrones, ao Syfy Portugal por transmitir Game of Thrones no nosso país, aos fãs de Game of Thrones (e dos livros) pela paixão, ao George R.R. Martin por ter criado este mundo, ao D.B. Weiss e ao David Benioff por terem acertado no nome da mãe do Jon Snow. Por último, vocês que subscrevem e ouvem isto. Sem vocês (e o apoio que vão demonstrando) havia muito menos motivação. Muito, muito obrigado.

Episódio 19: [6×09] The Battle of the Bastards (com Marta Gomes da Silva e Liliana Bárcia)

O momento mais aguardado da temporada. A Batalha dos Bastardos, que opôs Jon Snow e Ramsay Bolton num confronto de onde só um podia sair vencedor! Ah, e também aconteceram cenas em Meereen. Esta semana com a Marta Gomes da Silva (do I Seek Inspiration) e a Liliana Bárcia, do TVDependente e do APS Portugal!

Episódio 17: [6×07] The Broken Man (com Marta Gomes da Silva e Ricardo Rodrigues)

Se o anterior foi filler, este foi ainda mais. Felizmente tivemos Ian McShane e mais um regresso! E outra Lyanna! Tudo para ser conversado com a Marta Gomes da Silva, do I Seek Inspiration, e o Ricardo Rodrigues, do Espalha-Factos!

Durante o episódio referimos este artigo da Time, em relação à Arya.